Boletim de Serviço Eletrônico em 06/11/2019

  

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

  

Resolução Nº 06/2019, DE 09 DE setembro DE 2019

  

 

O CONSELHO DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS DA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 10, de 04 de agosto de 2000 do Conselho Diretor;

CONSIDERANDO o Parágrafo 1º do Artigo 25 do Estatuto da UTFPR, aprovado pela Portaria Ministerial nº 303 de 17/04/2008;

CONSIDERANDO o Artigo 21 do Regimento Geral da UTFPR, aprovado pela Deliberação nº 07/09-COUNI, de 05 de junho de 2009;

CONSIDERANDO o Artigo 10 do Regulamento do Conselho de Relações Empresariais e Comunitárias da UTFPR, aprovado pela Deliberação 08/2010-COUNI;

CONSIDERANDO a portaria 1738/2016, que designa Douglas Paulo Bertrand Renaux como Pró-Reitor de Relações Empresariais e Comunitárias da UTFPR;

CONSIDERANDO as Portarias nº 871, de 22/04/2015,  e nº 555 de 28/03/2019,  do Reitor da UTFPR, que nomeiam os membros do Conselho de Relações Empresariais e Comunitárias, quadriênio 2015-2019;

CONSIDERANDO o  processo SEI 23064.034330/2018-97, analisado na na 11ª Reunião Ordinária, realizada em 04/10/2018 e o Ofício 8/2019, documento  SEI nº 1048645, com parecer favorável do Relator Wilson Itamar Godoy para emissão da Resolução;

RESOLVE:

 

 Art. 1º  Aprovar, na forma do anexo, o Programa de Extensão STUDIO CIDADES E BIODIVERSIDADE, Câmpus Curitiba.

 Art. 2º  Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.


logotipo

Documento assinado eletronicamente por DOUGLAS PAULO BERTRAND RENAUX, PRESIDENTE DO CONSELHO, em 06/11/2019, às 08:27, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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ANEXO I À Resolução Nº 06/2019, DE 09 DE setembro DE 2019

 

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

PROGRAMA DE EXTENSÃO

STUDIO CIDADES E BIODIVERSIDADE

ÁREA TEMÁTICA: MEIO AMBIENTE

COORDENADORA : TATIANA MARIA CECY GADDA

Câmpus CURITIBA

 

1. Caracterização

As cidades são onde os grandes problemas da humanidade vão se manifestar no século 21. A grande perda da diversidade, o desenfreado crescimento das cidades e poluição são temas de alta importância, tanto nas disciplinas relacionadas ao planejamento urbano, quanto para muitos campos que interagem e pesquisam no âmbito interdisciplinar (GADDA; MARCOTULIO, 2007; GADDA et al., 2016.

 

Projeto 1_Studio Cidades e Biodiversidade

 (com ênfase em Urbanização e Mudanças ambientais globais)

 

Os termos natureza e cidade parecem quase como opostos exatos hoje em dia. Mas o que seriam as nossas cidades sem os seus entornos naturais, e ainda mais: a biodiversidade dentro das nossas cidades? Usando a abordagem de serviços ecossistêmicos, olhamos para muitos desafios urbanos atuais, como inundações, a produção de alimentos, espaços verdes e o valor econômico da natureza. Recentemente, tudo isso tem encontrado um guarda-chuva no âmbito do trabalho com o IPBES (Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política de Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas), onde analisamos o panorama e as tendências globais da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos (FERRIER et al., 2016) e da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos.

 

Projeto 2_Smart Cities

(Cidades Inteligentes com foco em Mobilidade Urbana Sustentável e Segurança Viária)

 

A linha de pesquisa “Smart Cities” explora principalmente os diferentes modos de transporte motorizados e não-motorizados e seus efeitos no ambiente urbano assim como os aspectos relacionados à mudanças do clima e outras mudanças ambientais globais. Se trabalha sucessivamente com temas em volta do big data no trânsito e a segurança viária, enquanto dados estiverem acessíveis. Nesta linha foram orientadas TCCs e dissertações de pesquisadores brasileiros e estrangeiros sobre a infraestrutura cicloviária o sobre o sistema do BRT (Bus Rapid Transit) de Curitiba que geraram resultados interessantes e relevantes aos tomadores de decisão locais. No município de Curitiba mantém-se um bom contato com os órgãos públicos relacionados aos temas e dados da mobilidade urbana.

 

2. Objetivos

O Studio Cidades e Biodiversidade tem como objetivo responder a demanda de várias convenções internacionais na área da biodiversidade e os serviços ecossistêmicos com foco no âmbito urbano. A iniciativa foi lançada no ano 2012 em resposta a uma chamada do Instituto de Estudos Avançados em Sustentabilidade da Universidade das Nações Unidas (UNU-IAS) em Tóquio, Japão, onde a professora coordenadora realizou sua pesquisa de pós-doutorado. No ano 2015 ela foi nomeada membro expert do Painel Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), para o qual o Studio Cidades e Biodiversidade está realizando pesquisas sobre a integração de questões da conservação da biodiversidade e o suprimento de serviços ecossistêmicos no contexto urbano.

Em 2016 a Professora Tatiana Gadda, juntamente com outros cientistas brasileiros do IPBES adere ao primeiro grupo de pesquisadores da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos cujos resultados têm sido amplamente disponibilizados para os tomadores de decisão e sociedade em geral no Brasil.

Em 2019 a Professora é convidada a integrar o grupo intitulado Coalizão Ciência e Sociedade cujo objetivo é oferecer informações e subsidiar políticas com embasamento científico, a fim de permitir discussões sobre tomadas de decisões e rebater colocações de gestores do governo que consideram ditas em tom evasivo, sem profundidade e desprovidas de sustentação factual ou científica. O grupo também contrapõe posicionamentos, leis e medidas socioambientais sem fundamentação científica. Os pesquisadores atuam por meio da divulgação de documentos e textos subscritos pelos membros na mídia especializada e de massa. Também participam de comissões e eventos no Congresso Nacional e mantêm interlocuções com deputados de variados espectros políticos.

O Studio Cidades e Biodiversidade existe desde 2012 e nos seis anos de existência tem se posicionado como uma entidade que se vale da ciência para embasar decisões nas áreas de planejamento urbano e regional e políticas públicas. A homologação como programa dá continuidade aos seis anos em que o projeto já existe dentro da instituição.

 

3. Metodologia e Cronograma de Execução

 

À base da literatura internacional sobre as mudanças ambientais colocam-se em perspectiva nas duas linhas de pesquisa os acontecimentos a nível nacional e local. As pesquisas são voltadas para resolução de problemas com demanda dos tomadores de decisão locais. Espera-se com cooperação com outras instituições uma maior visibilidade das pesquisas da UTFPR. Desde 2015 o programa recebeu pesquisadores da Finlândia, da Alemanha, dos Países Baixos e a Suécia. A meta de cada um dos pesquisadores foi a publicação em anais de eventos ou artigo em revista com foco em embasar a tomada de decisão nas políticas públicas.

Para atingir os objetivos do projeto é necessário pesquisa que ampare os tomadores de decisão. A pesquisa será principalmente inter e multidisciplinar, orientada às políticas públicas e de natureza empírica. O projeto utilizará a metodologia de pesquisa e métodos das ciências sociais aplicadas, que vão desde estatísticas até os métodos de estudo de caso, mas as discussões serão incorporadas aos debates em outras disciplinas, incluindo a investigação interdisciplinar.

A pesquisa também será empírica, realizando análises quantitativa e qualitativa de governança, o que envolve um grupo diversificado de atores (por exemplo, diferentes níveis de governos, organizações internacionais, ONGs, indústrias), setores econômicos, regiões do mundo e escalas (por exemplo, internacional, nacional e local). Nossa avaliação do impacto extensionista será aperfeiçoada.

No geral, a pesquisa nos diferentes eixos será levada a cabo com a participação ativa de alunos de graduação e pós-graduação com orientação dos professores envolvidos.

 

Quadro 1. Descrição de Metas e Cronograma para o triênio (2018-2021)

META

DEFINIÇÃO DA META

DESCRIÇÃO DA META

CRONOGRAMA

M1

 

Desenvolver pesquisas que relevantes ao tomador de decisão nas duas áreas do Studio Cidades e Biodiversidade

 

Análise das demandas dos órgãos governamentais que trabalham os temas do Studio

Metade de 2018 ~

M2

Consolidar o Studio Cidades e Biodiversidade como um programa atuante na UTFPR

Através da tutoria de estudantes de graduação e pós-graduação e do desenvolvimento de disciplinas alinhadas com a área temática central desta proposta em consonância com os princípios da Extensão;

Metade de 2018 ~

M3

Integrar o Studio com o Núcleo de Estudos de Mobilidade Urbana Sustentável (NEMUS) e com projetos internacionais relevantes ao Studio e que estão ligados às demandas da Prefeitura Municipal de Curitiba.

 Através da integração com as atividades do Living Lab da UTFPR, o Sustainable Urban Mobility Lab (SUM Lab) que atua em parceria com a Universidade de Twente na Holanda

Final de 2018 ~

M4

Contribuir para a disseminação do conhecimento transferindo o conhecimento para os tomadores de decisão

Organizar um simpósio anual do Studio Cidades e Biodiversidade

Participação em congressos nacionais e internacionais com apresentação de no mínimo 2 artigos / ano com publicação nos anais.

Início de 2019

Início de 2020

Início de 2021

M5

Trazer ao grupo de pesquisa oportunidades de parceria com instituições integrantes de acordos internacionais (Universidade de Twente e Royal Institut of Tecnology)

Fomentar a participação de estudantes e professores em pesquisa conjunta com integrantes de instituições internacionais com as quais a pesquisadora já se relaciona.

Início de 2019 ~

M6

Consolidar parcerias nacionais e internacionais com programas de pesquisas interdisciplinares, com foco na coprodução entre academia, setor privado e governo;

Trazer para o Studio as parcerias já estabelecidas com a Suécia (KTH) e a Holanda (Twente) e as oportunidades que estas parcerias de “Hélice Tríplice” proveem para o entendimento da participação de diferentes públicos nas questões de desenvolvimento científico e tecnológico referentes a cidades sustentáveis.

Início de 2019

M7

Manutenção e melhoramento da página na internet para facilitar a comunicação da ciência com o tomador de decisão

Organizar uma base de dados dos resultados obtidos e transferir o conhecimento de maneira atrativa e concisa ao tomador de decisão

Metade de 2018

M8

Orientação de alunos de graduação, mestrado e doutorado

Orientar e co-orientar alunos em todos os níveis

que estejam alinhados com as competências e conhecimentos do pesquisador. / Vincular orientandos internacionais ao Studio.

Início de 2019

M9

Sensibilização da Comunidade Acadêmica para o tema das mudanças ambientais globais e a urbanização

Hospedar o evento do Studio Cidades e Biodiversidade na UTFPR uma vez ao ano

Metade de 2018 Metade de 2018

Metade de 2020

 

 

 

4. Resultados esperados

O Studio Cidades garante a visibilidade do programa e da instituição por meio de participação regular em congressos e seminários da área, produz artigos científicos para revistas e se posiciona como lugar de troca científica com a comunidade entre outros mediante eventos como seminários e a mídia (SPEGLICH, 2015; TOLEDO, 2015).

Desde o início das atividades em 2012, tem se criado uma rede de pesquisadores de uma grande variedade de áreas, incluído planejamento urbano, economia, ciências biológicas, ecologia, ciências políticas, engenharia civil e de produção. Com a publicação dos relatórios do IPBES (Intergovernmental Science Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services) e do BPBES (Brazilian Platform on Biodiversity and Ecosystem Services) nos quais a coordenadora participa como autora dos relatórios, espera-se poder dar o subsídio necessário à tomada de decisão dos atores relacionados à conservação da natureza dentro e fora das cidades. A redes formada com a participação nas plataformas promete pesquisa e publicações de ponta e de nível internacional (IPBES, 2016a/b; IPBES s.a.). Ao mesmo tempo o relatório já publicado pelo IPBES foi uma demanda dos países membros da ONU e agora serve como base para a tomada de decisão sobre serviços ecossistêmicos e biodiversidade em todas as regiões do globo.

 

5. Recursos humanos, físicos, financeiros e equipamentos disponíveis

 

Buscando a multidisciplinariedade aliada aos objetivos, buscamos recursos com o departamento de origem para a obtenção de computadores, softwares e programas que auxiliem o acesso e utilização exclusiva da pesquisa. Utilizaremos a sala pertencente ao setor de meio ambiente do DACOC, localizado no bloco IJ na sede ECOVILLE, além do ambiente proposto pelo Studio Cidades e Biodiversidade e Smart City Lab, localizados no bloco J da sede CENTRO. Esta sala possui instalações adequadas aos requisitos exigidos pelo desenvolvimento de extensão.
A obtenção de financiamento externo que estamos pleiteando possibilitará a
aquisição de dados complementares e viabilizará pesquisa a campo, estagiários e consultas junto a sociedade para levantamento de dados.

Estaremos envolvendo um número de alunos de graduação e pós-graduação (PPGEC, PPGTE) em um sistema em que os mais graduados auxiliam os menos graduados. Os professores envolvidos são de áreas diversas, incluindo ecologia, informática, e planejamento urbano.

O programa atualmente não conta com financiamento estrutura e regular. Uma grande parte dos equipamentos foram obtidos na primeira fase do projeto em cooperação com a UNU-IAS e a diretoria do campus Curitiba. O programa Studio Cidades e Biodiversidade contou com bolsistas de fundos do DEPEX nos anos 2012 e 2013. As pesquisas e estadias de estrangeiros em seguida foram bancados por parte pelos próprios pesquisadores, as organizações com quais vieram conveniadas e pelo departamento DACOC.

 

6. Avaliação do projeto

A avaliação do projeto será feita anualmente através de indicadores de desempenho. Por exemplo, para avaliarmos o impacto que o projeto terá para os tomadores de decisão, aplicaremos questionários nos eventos que iremos organizar anualmente. Para sabermos o impacto de nossas atividades na formação dos estudantes (nossos futuros líderes) avaliaremos o número de alunos envolvidos nas diferentes atividades e aplicaremos questionários ao público envolvido sempre que possível. Faremos um aprimoramento dos nossos meios de conhecer o impacto extensionista das nossas ações nas tomadas de decisão.

 

7. Riscos e Dificuldades

O projeto possui baixo potencial de riscos. A falta de financiamento leva ao risco de descontinuação de pesquisas começadas. Porém, o status de programa promete melhorar essa situação pela facilidade de aplicar para fundos, mostrando a continuidade do projeto.

As potenciais dificuldades que podem ser encontradas no andamento da extensão são: a carência, insuficiência ou má qualidade de dados e pesquisas acerca do tema, além da falta de sinergia entre os órgãos governamentais.

Outra dificuldade é com relação à sistematização dos dados (por exemplo: dados encontrados apenas impressos e que precisam ser digitalizados) demandam tempo e maior atenção, porém contornados pelo engajamento e trabalho em equipe.

 

8. Referências

 

FERRIER, S., K. N. et al. Summary for policymakers of the methodological assessment of scenarios and models of biodiversity and ecosystem services of the Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services. Secretariat of the Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services, Bonn: 2016.

 

GADDA, T. M. C.; MARCOTULLIO, P. The Influences on Tokyo’s Post-War Marine Seafood Consumption Patterns. UNU-IAS Working Paper No. 145. United Nations University Institute of Advanced Studies. Yokohama, Japão. 2007.

 

GADDA, T. M. C.; SORRI, E.; SANTOS, L. C.; WEINS, N. W. Ecological modelling in public policies of urban areas of the Atlantic Forest (A modelagem ecológica nas políticas públicas das áreas urbanas da Mata Atlântica). Anais do XVII Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional. 2017.

 

IPBES. Report of the Plenary of the Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services on the work of its third session. 2016a. <www.ipbes.net/sites/default/files/downloads/pdf/IPBES_3_18_Annex%20V_Deliverable_2b_Americas.pdf>

 

IPBES. Decision and scoping report for the IPBES global assessment on biodiversity and ecosystem services. 2016b.Acessado por <http://www.ipbes.net/sites/default/files/downloads/pdf/Scoping_Global%20assessment.pdf>

 

IPBES. Tatiana Maria Gadda. [s.a.]. Acesso: <https://www.ipbes.net/tatiana-maria-gadda>

 

PUPPIM de Oliveira, J. A.; SHIH,Wan-yu; MORENO-PEÑARADA, R.; PHILLIPS, A. Integrating Biodiversity with Local and City Planning: The Experience of the Studios in the Development of Local Biodiversity Strategies and Action Plans – LBSAPs. T​ okyo: UNU-IAS. 2014. Disponível em: <http://i.unu.edu/media/ias.unu.edu-en/attachment/4847/integrating-biodiversity-with-local-and-city-planning.pdf>

 

SPEGLICH, Érica. Young Brazilian researchers will co-author IPBES assessments. BIOTA+10. 18 de fev. 2016. Acessado em <http://www.biota.org.br/young-brazilian-researchers-will-co-author-ipbes-assessments/?lang=en>

 

TOLEDO, Karina. Cientistas do IPBES preparam diagnóstico sobre biodiversidade brasileira. Agência FAPESP. 17 de nov. 2015. Acessado em <http://agencia.fapesp.br/cientistas_do_ipbes_preparam_diagnostico_sobre_biodiversidade_brasileira/22245/>


URBIS. Ecosystem Services, Part 2: Transferring Knowledge into Useful Action and Policy. URBIS Dialogue 7: Ecosystem Services, Part 2. 2016. Acessado em: <http://urbis.org/webinar/ecosystem-services-part-2-transferring-knowledge-useful-action-policy/>

 

 

 

 

         


Referência: Processo nº 23064.034330/2018-97 SEI nº 1048879