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Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CONSELHO DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS |
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RESOLUÇÃO COEMP/UTFPR Nº 21, DE 07 DE maio DE 2025
O CONSELHO DE RELAÇÕES EMPRESARIAIS E COMUNITÁRIAS DA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 10, de 04 de agosto de 2000 do Conselho Diretor;
considerando o Parágrafo 1º do Artigo 25 do Estatuto da UTFPR, aprovado pela Portaria Ministerial nº 303 de 17/04/2008;
considerando o Artigo 21 do Regimento Geral da UTFPR, aprovado pela Deliberação nº 07/09-COUNI, de 05 de junho de 2009;
considerando o Artigo 10 do Regulamento do Conselho de Relações Empresariais e Comunitárias da UTFPR, aprovado pela Deliberação 08/2010-COUNI;
considerando a Portaria de Pessoal GABIR/UTFPR nº 2094, de 11 de dezembro de 2024, que designa Francis Kanashiro Meneghetti como Presidente do Conselho de Relações Empresariais e Comunitárias da Universidade Tecnológica Federal do Paraná;
considerando a Portaria nº 402, de 19 de março de 2024, do Reitor da UTFPR, que nomeia os membros do Conselho de Relações Empresariais e Comunitárias, quadriênio 2023-2027;
considerando o processo SEI 23064.018871/2024-16, analisado no dia 23 de março de 2023, despacho COEMP nº 4164434 com parecer favorável do Relator Rafael Fernando Pequito Lima para emissão da Resolução;
RESOLVE:
Art. 1º Aprovar, na forma do anexo, o Programa Clube de Matemática
(assinado eletronicamente)
FRANCIS KANASHIRO MENEGHETTI
Presidente do COEMP
| | Documento assinado eletronicamente por (Document electronically signed by) FRANCIS KANASHIRO MENEGHETTI, PRESIDENTE DO CONSELHO, em (at) 28/05/2025, às 14:49, conforme horário oficial de Brasília (according to official Brasilia-Brazil time), com fundamento no (with legal based on) art. 4º, § 3º, do Decreto nº 10.543, de 13 de novembro de 2020. |
| | A autenticidade deste documento pode ser conferida no site (The authenticity of this document can be checked on the website) https://sei.utfpr.edu.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador (informing the verification code) 4908822 e o código CRC (and the CRC code) 2F2BFF5E. |
ANEXO I À Resolução (Cons. Delib.) Nº 21, DE 07 DE maio DE 2025
Programa Clube da Matemática
1. Cadastro básico
1.1 Título da atividade: Clube da Matemática
1.2 Modalidade da atividade: Programa
1.3 Período de execução: 01/08/2024 a 31/07/2029
2. Caracterização da proposta
2. 1 Objetivo geral da atividade:
O objetivo geral do programa é articular os projetos de extensão vinculados à Coordenação da Matemática.
2. 2 Área temática:
Educação
2. 3 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS:
Educação de Qualidade e Redução das Desigualdades
2. 4 Quantidade de pessoas diretamente atendidas (previsão):
300 pessoas
2. 5 Quantidade de pessoas indiretamente atendidas (previsão): 1000 pessoas
2. 6 Público-alvo:
Todas as pessoas em geral, ou seja, não haverá restrição de público
2. 7 Município(s), Estado do Paraná, Brasil ou internacional: assinale a região impactada pelo projeto.
Como se trata de um Programa com vínculo de outros projetos, cada projeto tem uma abrangência específica, mas em geral, é para ser aberto a todo o Brasil
3. Recursos financeiros, humanos e físicos
Em relação aos recursos humanos, para que o programa possa ser realizado será necessário ao menos um professor do Colegiado do Curso de Matemática por um projeto de extensão vinculado e, ao menos um acadêmico do campus de Toledo corresponsável por cada projeto.
Assim, temos como parceiros desse programa:
1) Egressos do curso de Licenciatura em Matemática da UTFPR – Toledo 2) Acadêmicos do Curso de Matemática e de outros cursos do campus de Toledo 3) Núcleo Regional de Educação de Toledo e escolas a ele associadas 4) Secretaria de Educação Municipal de Toledo e escolas a ela associadas 5) Universidade Federal do Paraná – Campus Palotina
Esperamos como contrapartida dos parceiros:
1) Egressos do curso de Licenciatura em Matemática da UTFPR - Toledo: oferecerão seu tempo e conhecimentos para os projetos
2) Acadêmicos do Curso de Matemática e de outros cursos do campus de Toledo: oferecerão seu tempo e conhecimentos para os projetos
3) Núcleo Regional de Educação de Toledo e escolas a ele associadas: apoio na divulgação, abertura dos espaços escolares e incentivo aos docentes na participação dos projetos que envolvam formação continuada
4) Secretaria de Educação Municipal de Toledo e escolas a ela associadas: apoio na divulgação, abertura dos espaços escolares e incentivo aos docentes na participação dos projetos que envolvam formação continuada
5) Universidade Federal do Paraná - campus Palotina: parceria com o Programa de Extensão a eles vinculados – o PREVEC.
Em relação aos recursos físicos cada projeto vinculado necessitará de seus próprios recursos. Para o programa, será necessário apenas de um computador com acesso à internet.
Em relação aos recursos financeiros, cada projeto vinculado possui seus próprios meios. Para o programa, a Coordenação da Matemática irá disponibilizar os recursos básicos para compra de material de expediente. Os demais recursos que forem necessários serão buscados via editais específicos de fomento.
4. Cronograma1
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1 O Cronograma mais detalhado está no Anexo 1.
5. Descrição detalhada
4. 1 Introdução
Ao longo de sua história, a universidade vivenciou diversas transformações, transcendendo seu papel inicial de mera transmissora de conhecimento. Gradualmente, incorporou novas funções que visam à formação integral dos indivíduos, tanto em seu âmbito pessoal quanto profissional. Essa mudança se deu por meio da prática cultural, do contato direto dos alunos com a sociedade e, principalmente, com a implementação das atividades de pesquisa e extensão (Floriano et al., 2017; Pizzolatto, Dutra; Corralo, 2021).
Em seus primórdios, a universidade se limitava ao ensino tradicional, com foco restrito em um corpo discente elitizado. Essa realidade começou a mudar com a gradual inclusão de novas áreas de conhecimento, como a pesquisa e a extensão. A partir de então, a universidade se expandiu, tornando-se um espaço de produção de conhecimento e de interação com a comunidade.
Nesse contexto, a Extensão Universitária se destaca como uma das mais importantes funções da instituição. Ela se configura como um canal de diálogo entre a universidade e a sociedade, permitindo que os saberes acadêmicos sejam aplicados na resolução de problemas reais e na promoção do desenvolvimento social. Através da Extensão, os estudantes podem colocar em prática seus conhecimentos, desenvolver habilidades de comunicação e trabalho em equipe, além de se tornarem agentes de transformação social.
A atividade de Extensão Universitária configura-se como um processo educacional interdisciplinar, com o objetivo central de promover a articulação e comunicação entre a universidade e a sociedade (Brasil, 2012). Essa interação se dá por meio de diversas ações, como projetos, cursos, eventos e programas, que visam à troca de conhecimentos, à resolução de problemas e ao desenvolvimento social.
No âmbito da formação de professores, em que o “[…] interesse em cursos de licenciatura caiu 74% nos últimos seis anos nas universidades públicas do Paraná. O dado considera a quantidade de candidatos inscrita nos vestibulares e no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) nos cursos de Matemática e Letras, de 2017 a 2023” (Machado, Krüger, Dionísio, 2024), a necessidade da aproximação entre universidade e a comunidade é urgente, pois a projeção para os próximos anos é de um apagão de professores. Em reportagem do Jornal GZH, Lungui (2024) aponta que “[…] o déficit de professores na Educação Básica pode chegar a 235 mil em 2040”. Uma das soluções apontadas é o “[…] planejamento de ações permanentes com a articulação entre universidades e as redes de educação” (Lungui, 2024).
Procurando ajudar a resolver tais problemas e levando em consideração a necessidade de aproximar a Universidade da Escola, propomos o presente Programa intitulado Clube de Matemática. De acordo com Oliveira e Cedro (2015, p. 19), um Clube de Matemática pode ser caracterizado como:
[...] um espaço de aprendizagem dos estudantes [...] e, concomitantemente, como espaço de formação docente. Ele é organizado tomando como premissa a ludicidade, como forma de motivar as crianças à apropriação dos conhecimentos matemáticos, e as ações e reflexões coletivas dos sujeitos,
de modo a possibilitar o compartilhamento de ideias e de saberes entre os pares (Oliveira; Cedro, 2015, p. 19).
Nesse sentido, Cedro (2004, p. 52) aponta que a principal meta de um Clube é “[...] criar um ambiente para o desenvolvimento de atividades educativas que possibilitem a discussão dos mais variados aspectos dentro do meio educacional”. Historicamente,
[…] a criação dos primeiros Clubes de Matemática surgidos nos Estados Unidos, de acordo com Morgado (1996), remonta às décadas de 30 e 40. Segundo ele, tais clubes foram criados com intuito de serem auxiliares poderosos na propaganda da Matemática, no fortalecimento do convívio entre os interessados nesta disciplina, e também poderem inclusive ajudar a resolver algumas dificuldades na aprendizagem da Matemática (Cedro, 2004, p. 51-52).
Para Silva (2010, p. 28), as atividades realizadas no Clube poderão contribuir para o melhor entendimento dos conceitos matemáticos e científicos, e favorecer o desenvolvimento de atitudes essenciais frente à matemática pelos educandos. Essas atitudes são compreendidas como estímulo à construção do conhecimento matemático e científico, à curiosidade, à tomada de decisão baseada em análises e conclusões, à colaboração, ao trabalho em equipe, à perseverança na busca de soluções, promovendo o acreditar mais em si mesmo e o gosto pela matemática.
Nesse contexto, o programa Clube da Matemática tem como objetivo aproximar a universidade da comunidade, em especial, de toda a rede de ensino escolar, a partir do vínculo com os projetos de extensão vinculados ao programa à Coordenação da Matemática.
4. 2 Objetivos Específicos
Os objetivos podem ser divididos entre os “atores” participantes do projeto: estudantes da Educação Básica, estudantes de graduação (com possível enfoque para a licenciatura em matemática, enquanto espaço para formação inicial), professores da Educação Básica (incluindo nossos egressos) e do Ensino Superior (formação continuada). Além disso pode ser dividido conforme os projetos que farão parte desse programa.
Em geral, no que consiste aos estudantes da Educação Básica, esperamos: • Desmistificar a imagem da Matemática e das Ciências como o “bicho papão” do sistema educativo;
• Combater o insucesso escolar;
• Modificar a atitude do aluno face às Ciências Exatas, fazendo-o tomar consciência das aplicações em áreas por vezes insuspeitas e, indiretamente, na própria tecnologia que usa diariamente;
• Satisfazer a curiosidade e levar um pouco mais longe a compreensão matemática e científica daqueles que, embora já com uma postura positiva e um gosto face à essas disciplinas, não têm oportunidades de acesso a outros meios de satisfazer a curiosidade;
• Ocupar o tempo livre dos alunos através da concretização de atividades apelativas com caráter formativo;
• Desenvolver a capacidade de interpretar e resolver problemas;
• Desenvolver o raciocínio lógico e o cálculo mental;
• Incentivar a entrada no Ensino Superior em instituições públicas de ensino.
Do ponto de vista dos estudantes de graduação, fortemente os licenciandos em Matemática (formação inicial), objetivamos:
• Prepará-los para o exercício de sua profissão na área de Matemática;
• Estender a compreensão da Matemática para além da sala de aula; • Despertar o interesse criativo-construtivo através da criação e construção de materiais e jogos didáticos;
• Estimular talentos científicos através da iniciação dos estudantes em projetos de pesquisa e extensão;
• Aproximar a universidade da comunidade local, criando um espaço para atividades experimentais fazendo-se uso dos materiais convencionais e/ou alternativos;
• Socializar o ensino da Matemática e de Ciências através da formação de estudos e pesquisas;
• Organizar e planejar atividades de ensino;
• Refletir sobre sua ação pedagógica;
• Revisitar conteúdos de matemática que exigidos no ENEM e em alguns vestibulares.
Em relação aos professores da Educação Básica (incluindo nossos egressos) e do Ensino Superior (formação continuada), procuramos:
• Retomar conhecimentos de matemática e de ciências da Educação Básica até então não trabalhados;
• Ressignificar a prática docente a partir de um modelo de ensino diferenciado; • Estreitar os laços entre estudantes e professores;
• Compartilhar vivências e aprender a trabalhar em espaços colaborativos de ensino e aprendizagem;
• Estreitar os laços entre professores da Educação Básica e do Ensino Superior; • Possibilitar articulações entre a matemática do Ensino Superior e a matemática da Educação Básica, além dos outros conteúdos de cálculo, geometria analítica, álgebra linear, equações diferenciais, entre outras.
Do ponto de vista das metas, esperamos que até o final do Programa esse Clube esteja amplamente divulgado e estabelecido na comunidade de modo que outras escolas possam participar e outros professores do câmpus tenham interesse em contribuir. Além disso, esperamos que os estudantes da educação básica ingressem na UTFPR com menos deficiências na área de exatas. Outra meta que esperamos ser alcançada é que os acadêmicos e os professores consigam, logo nos primeiros meses, estabelecer relações entre os conhecimentos do ensino superior e os conhecimentos da educação básica. No que compete aos professores, também esperamos que eles consigam estabelecer vínculos afetivos com os acadêmicos, pois como aponta Gilioli (2016, p. 32):
[...] o pressuposto é o de que a integração acadêmica e social do estudante à instituição e ao curso é elemento decisivo para mitigar a possibilidade de evasão. Frise-se que ambos os aspectos são relevantes quando se adota essa perspectiva: tanto a escolarização formal (integração acadêmica) quanto o ambiente informal (integração social) da educação superior.
Nesse contexto, esse programa também tem como objetivo diminuir o número de evasão nos cursos de graduação. Além disso, esperamos integrar aos Estágios Obrigatórios da Licenciatura em Matemática, bem como fomentar pesquisas no âmbito da educação básica relacionadas ao ensino de Matemática e, ainda, incentivar os atores do projeto a participarem de eventos de ensino, pesquisa e extensão, tais como as semanas acadêmicas e o Seminário de Extensão Institucional (SEI).
4. 3 Justificativa
O Programa Clube da Matemática, em linhas gerais, se justifica pela necessidade de uma articulação entre os demais projetos de extensão vinculados a ele e a Coordenação da Matemática.
Do ponto de vista tecnológico, ele permitirá o aprimoramento e desenvolvimento de novas metodologias de ensino e a possibilidade de criação de novos materiais didáticos, tais como: jogos pedagógicos físicos e online, simuladores, materiais manipuláveis educativos, em geral, recursos educacionais de aprendizagem (REA).
Em relação aos aspectos sociais e culturais, o Clube da Matemática possibilitará a diminuição nas desigualdades sociais, pois proverá aos participantes ferramentas matemáticas necessárias para o crescimento pessoal e acadêmico. Além disso, a partir de atividades matemáticas vinculadas às discussões ambientais e econômicas, o programa desenvolverá um pensamento matemático crítico a respeito desses temas.
À luz dos ODS, Educação de Qualidade e Redução das Desigualdades, o Clube da Matemática tem como bases elementares o ensino de qualidade, o que, em linhas gerais, proporciona aos participantes acesso a melhores condições de vida, ocasionando, de modo direto, a redução na desigualdade social e econômica.
Para a comunidade atendida, uma vez que tenham participado dos projetos vinculados ao Clube da Matemática, eles poderão se apropriar dos conhecimentos adquiridos, bem como utilizar, adaptar e reproduzir os materiais didáticos produzidos.
Por fim, o programa se justifica, sobretudo, ao impactar diretamente sobre a formação dos acadêmicos participantes, pois, permite que eles vivenciem e troquem experiências com a comunidade. No caso dos acadêmicos de licenciatura em matemática, eles articularão os conhecimentos teóricos e práticos na atuação dos projetos de extensão.
6. Métodos e Procedimentos
É possível separar os métodos e procedimentos por projetos2 e pelo programa em si. Quanto aos métodos e procedimentos por projetos, é sugerido que seja feita uma leitura de cada projeto. Os projetos inicialmente vinculados são os seguintes:
1. Cubo Mágico,
2. Cursinho Pré-Vestibular,
3. Grupo de Quarta,
4. Monitorias,
5. Oficinas de Estágio,
6. Olimpíadas de Matemática,
7. Semanas da Matemática,
8. Tira Dúvidas de Matemática e Física.
São apresentadas a seguir as etapas sugeridas para a execução de projetos e ações de extensão no âmbito do programa:
• Submissão dos projetos que ainda não estejam em execução.
• Seleção dos alunos e professores extensionistas, que serão os instrutores do projeto.
• Confecção dos termos de adesão dos extensionistas.
• Solicitação de divulgação, por parte da ASCOM, para o público externo. Sugere-se que o proponente ajude na divulgação por meio de contatos pessoais, telefônicos, ou por redes sociais.
2 Alguns projetos são propostos aqui, mas outros podem ser propostos após o envio dessa proposta.
• Organização de cada projeto.
• Produção dos relatórios de atividades parcial (ao menos um) e final, tanto dos alunos quanto do coordenador.
• Recomendam-se cursos com duração ou semestral, ou anual, no caso de projetos.
7. Resultados e/ou produtos esperados
Enquanto resultado, esperamos que o Programa Clube da Matemática favoreça o desenvolvimento de atitudes essenciais frente à Matemática pelos participantes. Essas atitudes essenciais são aqui entendidas como a perseverança na busca de soluções e a confiança do aluno em sua própria capacidade de aprender, como também, a flexibilidade para alterar seu ponto de vista quando necessário, o espírito de colaboração, o trabalho coletivo, a curiosidade, a necessidade da investigação e o gosto pela Matemática.
Acreditamos que aconteça uma aproximação maior entre universidade e escola, além de uma formação inicial para nossos licenciandos, permitindo que eles percebam a possibilidade de trabalhar de forma diferenciada e lúdica. Para os professores da Educação Básica é esperado que eles compreendam a importância do projeto ao se aproximar dos estudantes, ao criar um espaço de interação e investigação matemática propício para novos aprendizados. Em relação aos professores do Ensino Superior, é esperado que eles consigam articular os conteúdos da Educação Básica com o Ensino Superior, além de incentivar a pesquisa e a investigação matemática.
Quanto aos produtos, almeja-se o desenvolvimento de diferentes materiais didáticos a serem utilizados pelos participantes. Além disso, aspira-se a produção e publicação de artigos na forma de relatos de experiências em eventos e periódicos na área de Ensino. Deseja-se ainda produzir um livro, na forma de coletânea, com capítulos que apresentem as experiências de cada projeto vinculado ao programa.
8. Referências Bibliográficas
BRASIL. Plano Nacional de Extensão Universitária (PNEU). Ministério da Educação, 2012.
CEDRO, W. O espaço de aprendizagem e a atividade de ensino: O Clube de Matemática. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004.
FLORIANO, M. et al. A Extensão Universitária como política pública: desafios e perspectivas. Revista Brasileira de Educação, v. 22, n. 67, p. 218-235, 2017.
GILIOLI, R. S. P. Evasão em instituições federais de ensino superior no Brasil: expansão da rede, SISU e desafios. Brasília, DF: Câmara dos Deputados, 2016. (Estudo técnico). Disponível em:
https://nupe.blumenau.ufsc.br/files/2017/05/evasao_instituições.pdf. Acesso em: 13 mar. 2024.
LUNGUI, S. GZH. Se nada for feito, déficit de professores na Educação Básica pode chegar a 235 mil em 2040, apontam especialistas. GZH, Rio Grande do Sul, 8 mar. 2024. Educação. Disponível em:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao/noticia/2024/03/se-nada-for-feito-deficit-de professores-na-educacao-basica-pode-chegar-a-235-mil-em-2040-apontam-especialistas cltipdkdm002901619erv7167.html. Acesso em: 13 mar. 2024.
MACHADO, R.; KRÜGER, A.; DIONÍSIO B. G1 Paraná. Em seis anos, procura por cursos de licenciatura cai 74% em universidades públicas do Paraná. G1, Paraná, 26 fev. 2024. Educação. Disponível em:
https://g1.globo.com/pr/parana/educacao/noticia/2024/02/26/em-seis-anos-procura-por cursos-de-licenciatura-cai-74percent-em-universidades-publicas-do-parana.ghtml. Acesso em: 13 mar. 2024.
OLIVEIRA, D. C.; CEDRO, W. L. Clube de Matemática: a singularidade na organização do ensino pelos professores de Goiânia. In: CEDRO, W. L. (org.). Clube de Matemática: vivências, experiências e reflexões. 1. Ed. Curitiba, PR: CRV, 2015.
PIZZOLATTO, E.; DUTRA, E. S.; CORRALO, L. R. A Extensão Universitária e o ensino: interfaces e desafios na formação de profissionais críticos e reflexivos. Revista Extensão & Sociedade, v. 14, n. 2, p. 123-144, 2021.
SILVA, M. S da. Clube de matemática: jogos educativos. 2. ed. Campinas, SP: Papirus, 2010.
9. Anexos
CRONOGRAMA DETALHADO
Cronograma do Programa Clube da Matemática
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Cronograma do Projeto Cursinho Pré-Vestibular:
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* O planejamento das atividades e a inscrição dos participantes já aconteceu, pois o projeto já está em andamento. Entretanto, o planejamento sofre alterações a cada semestre e as inscrições são realizadas de forma contínua.
Cronograma do Projeto Cursinho Tira Dúvidas de Matemática e Física:
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* O planejamento das atividades e a inscrição dos participantes já aconteceu, pois o projeto já está em andamento. Entretanto, o planejamento sofre alterações a cada semestre e as inscrições são realizadas de forma contínua.
Cronograma do Projeto OMUT - Olimpíada de Matemática da UTFPR Campus-Toledo:
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Cronograma do Projeto Grupo de Quarta*:
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| Referência: Processo nº 23064.018871/2024-16 | SEI nº 4908822 |